quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Parkour

     Fundado por David Belle, o Parkour é uma atividade física que visa o deslocamento ágil e habilidoso. Apesar de os seus praticantes exercerem manobras tidas como "perigosas", essa atividade utiliza as habilidades do corpo humano da forma mais segura e eficiente possível, evitando ao máximo os acidentes. Para superar obstáculos, os praticantes devem ter plena consciência da distância, capacidade e risco de cada movimento. 

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

FAD - Festival de Arte Digital

     No dia 3 de setembro presenciei algumas performances no Teatro do Oi Futuro Klauss Vianna.  Cada uma com sua particularidade, me chamou a atenção de uma maneira diferente. Apesar de ter gostado bastante de todas as 4 performances, achei que elas foram longas demais, e portanto, um pouco cansativas.
      A primeira delas, Maquinomen do grupo Arquipélago (Belo Horizonte), explorava a sobreposição de imagens e sons, como um jogo de dominó entre homem e máquina. Cada um dos três integrantes do grupo (Chico de Paula, Fabiano Fonseca e Tatu Guerra) controlava o que era projetado em uma tela redonda, e em uma quarta tela aparecia a combinação do que era projetado nessas 3  telas. Achei muito interessante ver a construção da projeção da quarta tela e poder acompanhar o que remetia a um trajeto de um trem sobre um trilho.






     A segunda, Library dos artistas Fernando Velazquez e Francisco Lapetina (São Paulo), faz uma alusão à pasta library, comum a praticamente todos os softwares de computador. Na performance houve a constante projeção de textos e imagens cortadas, o que chamou muito a minha atenção. Para mim, o mais interessante foi a trilha sonora (ruídos, chiados e palavras soltas), que em certos momentos chegava, inclusive, a incomodar a platéia. 



     A terceira, Aufhebung - HOL do artista Henrique Roscoe (Belo Horizonte), é um projeto baseado no conceito de sinestesia.  Ao utilizar um equipamento específico, o artista produzia notas, harmonias e ritmos sincronizados com as formas, cores e movimentos dos elementos que eram projetados. O mais interessante dessa performance foi ver a existência de uma relação de dependência entre a imagem e o som. Sem falar, é claro, no intrigante equipamento que o artista usava.




     E por fim, a quarta performanceVisual Show do artista Nosaj Thing  (Estados Unidos). Em oposição aos  anteriores, esse artista usou apenas projeções em preto e branco durante grande parte de sua apresentação. Foi, sem dúvida, a que eu mais gostei, porque não havia excesso de informação e a música era contagiante (o prórpio performer dançava durante a apresentação).



    

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Apresentação de Dança !

Pra quem não entendeu o motivo de eu dar os alongamentos antes da aula: eu sou bailarina.
E vim aqui divulgar minha próxima apresentação que acontecerá nos dias 8 e 9 de setembro (quarta e quinta) as 21 horas no Teatro Alterosa (Avenida Assis Chateaubriand, 499 - Floresta). R$ 10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia.
São duas danças: "Shopping", do coreógrafo espanhol  Asier Zabaleta e "Conversas entre ele e eu" dos coreógrafos brasileiros Andrea Anhaia e Carlos Arão.
Espero vocês la !

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

terça-feira, 24 de agosto de 2010

De preto, na escada

     Foi proposto aos alunos que fizessem uma performance, por meio de uma apropriação do espaço usando o corpo. Esse espaço poderia ser qualquer lugar do prédio de arquitetura e o meu grupo escolheu uma escada localizada em uma área de serviço da faculdade, uma espécie de depósito.
     Por ser de metal, a escada que escolhemos fazia muito barulho, por isso resolvemos explorar diferentes sons a medida que a utilizávamos. Além disso, tivemos o objetivo de explorar formas não convencionais de utilizar uma escada, como usar o corrimão ao invés de usar os degraus e descer a escada de costas.
     Curiosamente, a maioria dos grupos (incluindo o meu) escolheu escadas e vieram de preto para fazer suas performances. Apesar dessa coincidência, cada grupo teve sua particularidade e nenhum trabalho foi igual ao outro.
     Aqui está o link da performance:
   

domingo, 15 de agosto de 2010

Here we go again !



     Em uma segunda tentativa de representar o Alessandro, tentei explorar outras ferramentas do Photoshop para editar uma nova foto.
     Dessa vez, quis colocar cor na foto para mostrar que aos poucos estou o conhecendo melhor. Mas, ao mesmo tempo, apenas um quarto do seu rosto é mostrado, o que indica que ainda tenho muito o que aprender sobre ele. Sua camisa foi substituída por uma foto da faculdade porque, obviamente, foi o lugar que permitiu que nos conhecêssemos. Deixei o fundo um pouco distorcido e em preto e branco para fazer contraste com as cores e formas já existentes na foto.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Ale, Alessandro


      

      Assim como foi proposto em sala de aula, utilizei o Photoshop e o PhotoBooth para expor nosso colega Alessandro Bax do jeito que o percebi, porém de uma maneira não tão óbvia. Como mal nos conhecemos, ainda estou tentando decifrá-lo e por isso a imagem nítida do seu rosto aparece atrás de uma confusa imagem dos seus dedos entrelaçados, já que, por enquanto, não posso dizer qual é a personalidade existente atrás da sua fisionomia. 
      Além disso, procurei representar o contexto em que a foto foi tirada: a primeira semana de aula na faculdade. Essa nova fase de nossas vidas simboliza a construção de uma nova imagem perante um novo grupo de pessoas, na qual cada atitude que tomamos representa um reflexo da nossa personalidade. Por isso, fiz uma alusão à um caleidoscópio, já que ele remete a constante mudança de imagem.