Para conseguirmos elaborar o nosso objeto interativo, meu grupo e eu percorremos um longo percurso. Começamos com a escolha de uma casa abandonada na Pernambuco com Gonçalves Dias, que no passado havia sido uma boate. Infelizmente, fomos forçados a mudar de idéia quando descobrimos que a casa seria demolida em breve.
Escolhemos entao a esquina da Gonçalves Dias com Rio Grande do Norte, mas logo mudamos de idéia novamente.
Dessa vez, por livre e espontânea vontade. Isso aconteceu devido à um acontecimento que chamou a nossa atenção: um tumulto na frente da casa 866 na Paraíba, que incluia uma faixa dizendo "essa casa pede socorro" e jornalistas curiosos. Desde então, nos interessamos pela casa e pela sua história e decidimos utilizá-la em nosso trabalho.
O principal objetivo era evidenciar a importância histórica da casa e arranjar um modo para que as pessoas que passasem na rua observassem melhor a casa que está ali a tanto tempo. Várias idéias surgiram, entra elas: utilização de molduras com fotos antigas, montagem de uma sala de estar antiga no passeio e uma bacia cheia de imagens que representassem a história da casa e etc.
A nossa idéia atual (e espero que definitiva) é a idealização de um grande quebra-cabeça estilizado, no qual imagens do interior da casa serão formadas. Primeiro pensamos em fazer esse quebra-cabeça utilizando um mecanismo similar ao do seguinte brinquedo de criança:
Entretanto, haveria a possibilidade de serem formadas tres imagens diferentes com as mesmas peças:
Para que o objeto ficasse mais atrativo, mudamos o mecanismo para cubos pendurados em elásticos que podem se juntar para formar imagens através dos ímas que possuem. Além disso, como uma forma de parabenização, quando a imagem for formada será tocada uma música.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Design de Interação
O MIT Media Lab é um laboratório de pesquisas da escola de arquitetura e urbanismo da MIT (Massachusetts Institute of Technology)e o seu principal objetivo é criar um mundo melhor através do desenvolvimento da tecnologia. Existem inúmeros grupos de pesquisa e projetos no Media Lab, entre eles o Responsive Environment e a Tangible Media.
O Responsive Environment visa aumentar as redes de contatos e mediar a experiência humana, de interação e percepção.
A Tangible Media utiliza o design como uma interface harmoniosa entre os seres humanos, a informação digital, eo ambiente físico. O link abaixo exemplifica um trabalho desse projeto
O Responsive Environment visa aumentar as redes de contatos e mediar a experiência humana, de interação e percepção.
A Tangible Media utiliza o design como uma interface harmoniosa entre os seres humanos, a informação digital, eo ambiente físico. O link abaixo exemplifica um trabalho desse projeto
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Inhotim - pesquisa individual
Uma das obras que mais me chamou a atenção, ao pesquisar sobre o Inhotim, foi a "Através" do artista plástico Cildo Meireles. O artista possui outras 8 obras de arte expostas no museu, são elas: Camelô, Desvio para o vermelho, Glove trotter, Inmensa, Inserções em circuitos ideológicos: projeto cédula, Inserções em circuitos ideológicos: projeto coca-cola, Zero cruzeiro e Zero dollar.
Nascido em 1948 no Rio de Janeiro, Cildo Meireles estudou artes na Fundação Cultural do Distrito Federal, em Brasília e na Escola Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro. Suas obras situam-se na transição da produção neoconcretista do início dos anos 60 e da produção de arte conceitual, instalações e performances. O apelo sensorial é algo comum a muitas de suas obras, tendo elas apelo poliítico ou não.
Em 2008 ganhou o Premio Velázquez de las Artes Plásticas, concedido pelo Ministerio de Cultura da Espanha e, no mesmo ano, expos obras e instalações na Tate Gallery em Londres.
Através, de Cildo Meireles
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Flash Mob
Flash Mobilization é, como o próprio nome diz, uma mobilização rápida feita com o intuito de impactar. Do mesmo modo que a aglomeração começa, ela termina: quase instantaneamente. Ocorrem em locais públicos e são previamente organizadas por email, mensagens de texto e etc. São famosos flash mobs: pillow fight (guerra de travesseiro), subway party (festa no metrô), e zumbie walk (caminhada de zumbis). No Brasil, a primeira flash mob aconteceu em São Paulo e já se espalhou pelo resto do país.
"No pants" (sem calças) no metro
Flaneur
O flaneur é aquela pessoa que passeia pela cidade sem nenhuma preocupação ou compromisso. Apesar de perambular de forma aparentemente desatenta, o flaneur analisa o espaço, aprendendo cada detalhe e fazendo uma nova percepção do mesmo. Segundo o poeta francês Charles Baudelaire, o flaneur é uma pessoa que anda no espaço a fim de experimentá-lo.
Deriva
Opondo-se às noções clássicas de viagem e passeio, a teoria da deriva está ligada ao reconhecimento de efeitos da natureza psicogeográfica. Criada pelo pensador situacionista Guy Debord, essa teoria estuda como o ambiente urbano influencia nas condições psíquicas e emocionais das pessoas.Ou seja, estuda o comportamento das pessoas ao andar pela rua, o porque delas fazerem determinados caminhos, atravessando as ruas, mudando a direção, parando em praças e etc. Tudo isso relacionando os sentimentos (bons ou não) que essas zonas psíquicas trazem para as pessoas que circulam pelo espaço.
Parkour
Fundado por David Belle, o Parkour é uma atividade física que visa o deslocamento ágil e habilidoso. Apesar de os seus praticantes exercerem manobras tidas como "perigosas", essa atividade utiliza as habilidades do corpo humano da forma mais segura e eficiente possível, evitando ao máximo os acidentes. Para superar obstáculos, os praticantes devem ter plena consciência da distância, capacidade e risco de cada movimento.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
FAD - Festival de Arte Digital
No dia 3 de setembro presenciei algumas performances no Teatro do Oi Futuro Klauss Vianna. Cada uma com sua particularidade, me chamou a atenção de uma maneira diferente. Apesar de ter gostado bastante de todas as 4 performances, achei que elas foram longas demais, e portanto, um pouco cansativas.
A primeira delas, Maquinomen do grupo Arquipélago (Belo Horizonte), explorava a sobreposição de imagens e sons, como um jogo de dominó entre homem e máquina. Cada um dos três integrantes do grupo (Chico de Paula, Fabiano Fonseca e Tatu Guerra) controlava o que era projetado em uma tela redonda, e em uma quarta tela aparecia a combinação do que era projetado nessas 3 telas. Achei muito interessante ver a construção da projeção da quarta tela e poder acompanhar o que remetia a um trajeto de um trem sobre um trilho.
A segunda, Library dos artistas Fernando Velazquez e Francisco Lapetina (São Paulo), faz uma alusão à pasta library, comum a praticamente todos os softwares de computador. Na performance houve a constante projeção de textos e imagens cortadas, o que chamou muito a minha atenção. Para mim, o mais interessante foi a trilha sonora (ruídos, chiados e palavras soltas), que em certos momentos chegava, inclusive, a incomodar a platéia.
A terceira, Aufhebung - HOL do artista Henrique Roscoe (Belo Horizonte), é um projeto baseado no conceito de sinestesia. Ao utilizar um equipamento específico, o artista produzia notas, harmonias e ritmos sincronizados com as formas, cores e movimentos dos elementos que eram projetados. O mais interessante dessa performance foi ver a existência de uma relação de dependência entre a imagem e o som. Sem falar, é claro, no intrigante equipamento que o artista usava.
E por fim, a quarta performance, Visual Show do artista Nosaj Thing (Estados Unidos). Em oposição aos anteriores, esse artista usou apenas projeções em preto e branco durante grande parte de sua apresentação. Foi, sem dúvida, a que eu mais gostei, porque não havia excesso de informação e a música era contagiante (o prórpio performer dançava durante a apresentação).
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Apresentação de Dança !
Pra quem não entendeu o motivo de eu dar os alongamentos antes da aula: eu sou bailarina.
E vim aqui divulgar minha próxima apresentação que acontecerá nos dias 8 e 9 de setembro (quarta e quinta) as 21 horas no Teatro Alterosa (Avenida Assis Chateaubriand, 499 - Floresta). R$ 10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia.
São duas danças: "Shopping", do coreógrafo espanhol Asier Zabaleta e "Conversas entre ele e eu" dos coreógrafos brasileiros Andrea Anhaia e Carlos Arão.
Espero vocês la !
E vim aqui divulgar minha próxima apresentação que acontecerá nos dias 8 e 9 de setembro (quarta e quinta) as 21 horas no Teatro Alterosa (Avenida Assis Chateaubriand, 499 - Floresta). R$ 10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia.
São duas danças: "Shopping", do coreógrafo espanhol Asier Zabaleta e "Conversas entre ele e eu" dos coreógrafos brasileiros Andrea Anhaia e Carlos Arão.
Espero vocês la !
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
De preto, na escada
Foi proposto aos alunos que fizessem uma performance, por meio de uma apropriação do espaço usando o corpo. Esse espaço poderia ser qualquer lugar do prédio de arquitetura e o meu grupo escolheu uma escada localizada em uma área de serviço da faculdade, uma espécie de depósito.
Por ser de metal, a escada que escolhemos fazia muito barulho, por isso resolvemos explorar diferentes sons a medida que a utilizávamos. Além disso, tivemos o objetivo de explorar formas não convencionais de utilizar uma escada, como usar o corrimão ao invés de usar os degraus e descer a escada de costas.
Curiosamente, a maioria dos grupos (incluindo o meu) escolheu escadas e vieram de preto para fazer suas performances. Apesar dessa coincidência, cada grupo teve sua particularidade e nenhum trabalho foi igual ao outro.
Aqui está o link da performance:
Por ser de metal, a escada que escolhemos fazia muito barulho, por isso resolvemos explorar diferentes sons a medida que a utilizávamos. Além disso, tivemos o objetivo de explorar formas não convencionais de utilizar uma escada, como usar o corrimão ao invés de usar os degraus e descer a escada de costas.
Curiosamente, a maioria dos grupos (incluindo o meu) escolheu escadas e vieram de preto para fazer suas performances. Apesar dessa coincidência, cada grupo teve sua particularidade e nenhum trabalho foi igual ao outro.
Aqui está o link da performance:
domingo, 15 de agosto de 2010
Here we go again !
Em uma segunda tentativa de representar o Alessandro, tentei explorar outras ferramentas do Photoshop para editar uma nova foto.
Dessa vez, quis colocar cor na foto para mostrar que aos poucos estou o conhecendo melhor. Mas, ao mesmo tempo, apenas um quarto do seu rosto é mostrado, o que indica que ainda tenho muito o que aprender sobre ele. Sua camisa foi substituída por uma foto da faculdade porque, obviamente, foi o lugar que permitiu que nos conhecêssemos. Deixei o fundo um pouco distorcido e em preto e branco para fazer contraste com as cores e formas já existentes na foto.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Ale, Alessandro
Assim como foi proposto em sala de aula, utilizei o Photoshop e o PhotoBooth para expor nosso colega Alessandro Bax do jeito que o percebi, porém de uma maneira não tão óbvia. Como mal nos conhecemos, ainda estou tentando decifrá-lo e por isso a imagem nítida do seu rosto aparece atrás de uma confusa imagem dos seus dedos entrelaçados, já que, por enquanto, não posso dizer qual é a personalidade existente atrás da sua fisionomia.
Além disso, procurei representar o contexto em que a foto foi tirada: a primeira semana de aula na faculdade. Essa nova fase de nossas vidas simboliza a construção de uma nova imagem perante um novo grupo de pessoas, na qual cada atitude que tomamos representa um reflexo da nossa personalidade. Por isso, fiz uma alusão à um caleidoscópio, já que ele remete a constante mudança de imagem.
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